Como posso ser feliz

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Nome do Cântico: Como posso ser feliz

Autor(a): Desconhecido

Inserido em: 20 de Novembro de 2015

Dó              Sol7               Dó  Ré-
Para mim, a chuva no telhado é cantiga de ninar.
Sol           Ré- Sol              Dó
Mas ao pobre, meu irmão, para ele a chuva fria
Fá  Ré-    Sol       Dó
vai entrando em seu barraco e faz lama no chão.

Fá                   Dó
Como posso ter um sono sossegado
Sol                      Dó
se no dia que passou, os meus braços eu cruzei?
Fá                    Dó
Como posso ser feliz, se ao pobre, meu irmão,
Sol                  Dó
eu fechei o coração, meu amor eu recusei?


Para mim a vida já é bela, porque vivo confortável.
Mas ao pobre, meu irmão, para ele a vida é dura.
Não tem casa nem trabalho, e, às vezes, não tem pão.

Para mim, o vento que assobia é nocturna melodia.
Mas o pobre, meu irmão, ouve o vento angustiado
porqu’o vento, esse malvado, lhe desmancha o barracão.

Para mim a vida sorri, pois a mim nada me falta.
Mas o pobre, meu irmão, falta a roupa p’ra vestir,
mantas p’ra se agasalhar, e a alegria p’ra sorrir.

Para mim, a chuva no telhado é cantiga de ninar.
Mas ao pobre, meu irmão, para ele a chuva fria
vai entrando em seu barraco e faz lama no chão.

Como posso ter um sono sossegado
se no dia que passou, os meus braços eu cruzei?
Como posso ser feliz, se ao pobre, meu irmão,
eu fechei o coração, meu amor eu recusei?


Para mim a vida já é bela, porque vivo confortável.
Mas ao pobre, meu irmão, para ele a vida é dura.
Não tem casa nem trabalho, e, às vezes, não tem pão.

Como posso ter um sono sossegado
se no dia que passou, os meus braços eu cruzei?
Como posso ser feliz, se ao pobre, meu irmão,
eu fechei o coração, meu amor eu recusei?


Para mim, o vento que assobia é nocturna melodia.
Mas o pobre, meu irmão, ouve o vento angustiado
porqu’o vento, esse malvado, lhe desmancha o barracão.

Como posso ter um sono sossegado
se no dia que passou, os meus braços eu cruzei?
Como posso ser feliz, se ao pobre, meu irmão,
eu fechei o coração, meu amor eu recusei?


Para mim a vida sorri, pois a mim nada me falta.
Mas o pobre, meu irmão, falta a roupa p’ra vestir,
mantas p’ra se agasalhar, e a alegria p’ra sorrir.

Como posso ter um sono sossegado
se no dia que passou, os meus braços eu cruzei?
Como posso ser feliz, se ao pobre, meu irmão,
eu fechei o coração, meu amor eu recusei?

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